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Parauapebas amanheceu nesta segunda-feira sob forte repercussão política após uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), que teve como alvos o prefeito de Parauapebas, Aurélio Goiano, e o secretário municipal de Finanças, Glauton de Sousa Silva. A ação incluiu diligências na residência do prefeito e também em setores da Prefeitura Municipal.
A operação lança mais uma sombra sobre uma gestão que já enfrenta críticas constantes da população em diversas áreas, como saúde, infraestrutura e transparência administrativa. O fato de a investigação atingir diretamente o núcleo do governo municipal aumenta a pressão sobre o prefeito e seus principais aliados.
Segundo informações que circulam nos bastidores políticos, o foco das apurações estaria relacionado a contratos e possíveis irregularidades envolvendo a Secretaria Municipal de Fazenda (SEFAZ), comandada por Glauton Sousa, um dos homens de confiança de Aurélio Goiano e responsável por coordenar áreas estratégicas da administração.
A operação reforça questionamentos sobre a condução da máquina pública e o discurso de renovação apresentado durante a campanha eleitoral. Para críticos da gestão, a chegada do GAECO à porta do prefeito representa um duro golpe na imagem do governo, que agora terá de prestar esclarecimentos à população e às autoridades competentes.
Nas redes sociais, moradores reagiram com indignação e cobraram explicações imediatas da Prefeitura. Muitos afirmam que, enquanto a população enfrenta problemas diários nos serviços públicos, a administração municipal se vê envolvida em mais uma crise política de grandes proporções.
Até o momento, a Prefeitura de Parauapebas não havia divulgado esclarecimentos detalhados sobre a operação. O espaço permanece aberto para manifestações dos citados e das autoridades responsáveis pela investigação.
