
Maurício Moura Figueiredo, contratado por R$ 80 mil para cuidar da prestação de contas da campanha de Daniel Santos ao Governo do Pará, é um dos investigados pela Polícia Federal na Operação Sonar. A ação apura suspeitas de corrupção, fraudes e lavagem de dinheiro na Companhia Docas do Pará (CDP).
Segundo as informações da investigação, o contador é sócio-administrador de uma empresa que mantinha contrato superior a R$ 2,3 milhões com a estatal federal. A PF cumpriu mandados de busca e apreensão na residência e no escritório do investigado, além de outras medidas judiciais.
A presença de um investigado na contabilidade da campanha levanta questionamentos sobre a transparência da candidatura. As responsabilidades dos envolvidos ainda serão apuradas, e o fato de ser alvo da operação não significa condenação.
